
Arnaldo Paiva Filho
Ele foi procurador por 32 anos. Historiador das raízes de Rio Largo. Romancista premiado. Mas foi na maturidade que Arnaldo Paiva Filho encontrou seu xodó: a poesia.
Versos curtos, musicais, muitas vezes sem pontuação. Que guardam o silêncio do mar da Pajussara e a paciência do tempo. Que ele escreve tomando um vinho, deixa "fermentar no barril" e só publica quando a palavra amadurece.
No episódio de hoje do Café com Poesia, Chico de Assis e Arnaldo — irmãos na Confraria Queirosiana — conversam sobre:
🔹 O início na prosa e a passagem pela história de Alagoas
🔹 A influência do pai, dos livros e do mar na escrita
🔹 A experiência de recitar no Café Majestic, no Porto
🔹 Poesia e IA: musicalizar versos para novas gerações
🔹 Como cultivar a palavra num mundo que não para
Um diálogo fraterno sobre memória, paciência criativa e a literatura que afaga como fogo aquece.
Assista: Palavra que Afaga: Entre o Direito e a Poesia
Sobre o Episódio
Neste episódio do Café com Poesia, Chico de Assis recebe Arnaldo Paiva Filho para um diálogo íntimo sobre a intersecção entre direito, história e literatura. Com uma trajetória que vai da conquista do 1º lugar no Concurso de Literatura Alagoana com Roda Viva à pesquisa histórica em Rio Largo, cidade operária e Dona Santa, Arnaldo revela como a poesia se tornou seu xodó na maturidade.
Conversamos sobre a influência do mar de Maceió, a biblioteca paterna, a experiência de recitar no Café Majestic em Portugal, e os desafios de cultivar versos num mundo acelerado. Um papo entre confrades Queirosianos sobre memória, paciência criativa e a palavra que afaga como fogo aquece.
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